Teve lugar hoje a abertura oficial da Unidade de Retaguarda Hospitalar, em Coimbra, para pessoas com COVID-19 que tenham necessidades médicas não complexas ou que recebam alta hospitalar sem capacidade de retorno ao domicílio por questões sociais.
Equipada pela CVP, esta Unidade resulta de uma estratégia consertada entre a Autoridade Nacional de Proteção Civil, as Forças Armadas e o Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra (CHUC) e a ARS Centro para libertar camas ao SNS, necessárias para doentes mais críticos.
Esta Unidade vai funcionar no Hospital Militar de Coimbra, numa ala cedida pelas Forças Armadas para o efeito.
A Equipa clínica será gerida pela CVP que, por forma a garantir a funcionalidade plena desta Unidade, vai lançar uma campanha de recrutamento de Médicos e Enfermeiros, disponíveis a integrar este projeto.
Gonçalo Órfao, Coordenador Nacional de Emergência, partilha que “a criação desta Unidade é uma estratégia conjunta para apoiar o SNS num período ímpar da história de Portugal. Vamos conseguir libertar camas tão necessárias numa altura em que números de novos infetados é avassalador e dar resposta a situações de cariz social que vão sendo cada vez mais recorrentes.”
Questionado sobre a capacidade desta nova Unidade, Gonçalo Orfão esclarece que está previsto o internamento de cerca de 30 doentes mas pode aumentar para perto de 50. “O esforço de todos e o sucesso do recrutamento de Médicos e Enfermeiros para apoiar a Unidade são cruciais para essa resposta”.
Prevê-se que a Unidade comece a receber doentes já nos próximos dias.
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